18.05.2016

Multiplicam-se como praga,
entranham-se na natureza,
sugando a vida, a riqueza.

Deixam atras de si um rastro,
percurso amargo
de um chorume ácido.

Ácido, como os percentuais dos homicídios
e os imperativos econômicos do capitalismo.

Ácido, como a erosão das entranha...

17.05.2016

Às vezes sonho com o mar...
Eu e você a nadar
e na praia caminhar

O compasso dos passos
marcados pelas ondas do mar.

15.05.2016

Escuto, de minha gaiola,
o canto eufórico dos pardais
que se deliciam bicando a própria carne

arde, arde, arde, arde...

Bebem do próprio sangue
sem perceber que estão crucificados,
Rezam pelo Salvador
e se entorpecem na própria dor.

15.05.2016

eu poderia pintar a casa de preto
pintar até o espelho
porque os olhos são traiçoeiros
me enganam.

mas penso se não ver
seria insensatez?

Me levanto,
acendo a luz
e opto pela lucidez.

15.05.2016

Este poema deve ser queimado vivo!

As idéias aqui escritas são os frutos proibidos
de uma mente inútil, livre e de difícil acesso.

O autor apresenta comportamentos de elevada periculosidade:
- Não assiste televisão
- Não passeia no shopping aos domingos
- Não toma di...

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09.12.2016

09.12.2016

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