Fevereiro 2013

Restos de fantasia

Quando a vida se agita paro com a escrita. Mas remédio de ocupação só esconde depressão. E o sonho é o revelador do filme preto e branco da frustração. No olho do furacão, fecho os olhos com medo da poeira. Só que os pés não tocam o chão, até o centro é de ilusão. Por trás do agito, do sorriso, um monte de besteiras. Expectativas, conquistas, desejos, alimentos do desespero abafado pela musica alta. Mas toda festa acaba. o barulho, a dança, os sorrisos, os devaneios, basta! Depois do furacão sempre vem a tempestade. É o cuspe da realidade que me joga no chão. E ao meu redor…restos de fantasia.


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